sexta-feira, 20 de abril de 2018

Entre as novidades literárias encontram-se «Fahrenheit 451» (nova edição) e «O Fogo Será a Tua Casa»

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury
Sinopse
Como uma mensagem mais relevante do que nunca, venha descobrir o clássico profético de Ray Bradbury sobre o poder da resistência à tirania política.
Guy Montag é um bombeiro. O seu emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos. Ele nunca questiona a destruição causada, e no final do dia regressa para a sua vida apática com a esposa, Mildred, que passa o dia imersa na sua televisão.
Um dia, Montag conhece a sua excêntrica vizinha Clarisse e é como se um sopro de vida o despertasse para o mundo. Ela apresenta-o a um passado onde as pessoas viviam sem medo e dá-lhe a conhecer ideias expressas em livros. Quando conhece um professor que lhe fala de um futuro em que as pessoas podem pensar, Montag apercebe se subitamente do caminho de dissensão que tem de seguir.
Mais de sessenta anos após a sua publicação, o clássico de Ray Bradbury permanece como uma das contribuições mais brilhantes para a literatura distópica e ainda surpreende pela sua audácia e visão profética.

O Fogo Será a Tua Casa, de Nuno Camarneiro
Sinopse
O escritor Nuno Camarneiro decide viajar até uma zona de guerra no Médio-Oriente para melhor entender as razões do conflito e de quem nele participa, juntando-se a um jornalista turco. Mas o que começa por ser uma visita de estudo transforma-se rapidamente num pesadelo, quando ambos são sequestrados por um grupo de fundamentalistas islâmicos e encerrados num barracão que partilham com outras vítimas: uma freira ortodoxa, um engenheiro holandês, um soldado americano e um francês misterioso e suicida. Ao longo de várias semanas, terão de encontrar estratégias de sobrevivência para não enlouquecerem nem perderem a esperança: contam histórias, revisitam memórias, inventam jogos e vidas inteiras, tornam-se guerrilheiros da ficção.
Numa guerra entre homens, ideias, deuses e civilizações, não há partes neutras, e é difícil distinguir as vítimas dos agressores. A verdade escreve-se em muitas línguas, como as histórias, os romances e os sonhos de cada um.

Adèle é o nome da ninfómana protagonista de «No Jardim do Ogre»

Depois do livro Tu Não És Como as Outras Mães, de Angelika Schrobsdorff, que já se encontra à venda, a Editora Alfaguara prepara-se para publicar um novo romance que irá, com certeza, proporcionar boas horas de leitura.
Falo de um novo livro da mesma autora de Canção Doce (Alfaguara, 2017), a franco-marroquina Leila Slimani (n. 1981). No Jardim do Ogre marcou a estreia na literatura da escritora em 2014 e obteve imediato reconhecimento da crítica e dos leitores. Segundo nota editorial, este é «um romance inquietante, perturbante, sobre a liberdade sexual» que tem como protagonista uma ninfomaníaca. Dia 2 de Maio nas livrarias.

Texto sinóptico
Adèle tem tudo para ser feliz. Mas falta-lhe tudo.
É jovem, atraente, trabalha como jornalista, é casada com um médico de sucesso que a adora, tem um filho pequeno, vive num bonito bairro de Paris.
Mas nada a satisfaz.
Vive sem prazer, numa solidão extrema. Dentro dela, um fogo consome-a vorazmente, sem piedade: um desejo insaciável, uma necessidade imparável de somar conquistas e amantes. Adèle só existe no desejo dos outros, vive para ser observada, cobiçada, possuída. Nunca quis ser outra coisa senão “uma boneca no jardim de um ogre”.
Vive uma vida dupla, no mais íntimo sentido da palavra. O risco é o seu impulso, o silêncio o seu cúmplice. Mas o segredo tem os dias contados. E as consequências serão implacáveis.
No Jardim do Ogre é a história de um corpo escravo das suas pulsões. Um romance de traições, mentiras e desilusões. Mas é, ainda assim e sobretudo, um romance de amor.

Elogios da imprensa
«Leila Slimani é extraordinária a escrever sobre o corpo das mulheres.» The New Yorker

«Obscuro, fulgurante, vital. (…) Um romance que abala, agarra, desequilibra e fascina.» Marie Claire

«Impossível de largar: tem sexo, é cru, é frio, é violento.» Libération

«É impossível não ser conquistado pela frontalidade com que Leila Slimani descreve a vida sexual da sua heroína. Algumas páginas, muito cruas, revelam uma inegável força literária, com palavras que magoam como um chicote.» Lire

«Um romance de uma perfeita justiça, de uma sensibilidade rara.» Le Point

«Os prazeres da carne nunca pareceram tão sórdidos como neste romance, exame clínico da ninfomania.» Le Nouvel Observateur

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Passatempo: «A Mulher do Oficial Nazi», de Edith Hahn Beer

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«O Caçador» é o título do 7.º livro de Lars Kepler publicado em Portugal


De hoje a uma semana os fiéis leitores dos romances policiais da dupla Lars Kepler (Alexander Ahndoril e Alexandra Coelho Ahndoril) têm um motivo para se dirigirem à livraria mais próxima.

Depois de um interregno, a dupla mais famosa da Suécia traz de volta à acção o ex-comissário Joona Linna para uma investigação sangrenta. O Caçador, livro que tem como de costume a chancela da Porto Editora, é um novo episódio deste duo de escritores de sucesso que já vendeu mais de 12 milhões de livros em todo o mundo.

Sinopse
A noite tinha acabado de cair, quando Sofia entra numa mansão nos arredores de Estocolmo, onde o seu cliente - um homem muito abastado que nunca viu - a espera. Talvez seja por isso que Sofia avança furtivamente, como um animal selvagem. Enquanto atravessa o grande salão, tentando memorizar todos os detalhes, Sofia não imagina quem é o homem que a escolheu para aquela noite. Nem ele imagina que dentro em breve se encontrará frente a frente com um assassino implacável e meticuloso, que não deixa vestígios nem pistas.
Limitar o círculo de eventuais alvos torna-se um verdadeiro pesadelo para a Polícia, embora na mira se encontrem personalidades proeminentes do país. E, para tentar resolver o mistério, a Polícia terá de contar com a ajuda do ex-comissário Joona Linna, há dois anos a cumprir pena na prisão de alta segurança de Kumla. Infiltrado e trabalhando em estreita parceria com a agente especial Saga Bauer, Joona Linna tudo fará para travar «o caçador» antes que seja tarde de mais ou que o caçador os cace a eles…
Livros já publicados de Lars Kepler:
https://www.portoeditora.pt/autor/lars-kepler

Livro inédito de Herberto Helder é lançado pela Porto Editora

A Porto Editora irá publicar a 4 de Maio em minúsculas, livro que compila crónicas e reportagens de Herberto Helder em Angola. Esta é uma obra com investigação, digitalização, transcrição, revisão e seleção a cargo de Daniel Oliveira, Diana Pimentel e Raquel Gonçalves.

Todos os textos reunidos em minúsculas foram publicados no NotíciaSemanário Ilustrado, quando Herberto Helder viveu em Luanda, e correspondem a pouco mais de um ano de colaboração – entre abril de 1971 e junho de 1972.

«Se perguntassem a Herberto Helder se alguma vez foi jornalista é possível que respondesse, com um sorriso irónico ou até alguma irritação, que não. Diria, talvez, que escreveu no Notícia para poder viver em Angola. Assim como antes escrevera em jornais da metrópole por “coisas de dinheiros”. E se olharmos para o jornalismo que quotidianamente era e é feito é justo dar-lhe razão. Recusa a impessoalidade competente, foge da narrativa de consumo confortável, não se compartimenta em géneros com as suas respetivas receitas e sorri de quase tudo que é o que quase tudo merece. Conta-nos quase tudo como se fosse a primeira vez que vê e que a coisa é vista, com uma virgindade nada inocente. Herberto Helder não foi jornalista porque foi sempre outra coisa qualquer.» (Do Prefácio de Daniel Oliveira)
 www.portoeditora.pt 

Três novos livros de poesia

De Silêncio é o Polén
de Carlos Frias de Carvalho
Raramente o Haiku é tratado com esta leveza.
Uma leveza onde o pólen é a metáfora mais exacta da luz.
Um livro onde o silêncio existe e nos abraça.


Publicação da mortalidade
de valter hugo mãe

poemas são transumâncias
de deuses

pastam nos versos
a infinita criação


Varanda de Inverno
de Marta Chaves

FRUTOS DO ACASO

Tal como tudo
o cheiro do lápis acabado de afiar
vai-se embora.
No cinzeiro
a ponta do cigarro que arde
desperta o cedro.
Tal como tu
o cheiro regressa.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

«Franklin e a Livraria Voadora», de Jen Campbell e Katie Harnett

Editora: Fábula
Data de publicação: 02-04-2018
N.º de páginas: 40

«O Franklin adora histórias.» Assim tem início esta história sobre um dragão muito sui generis. Franklin não é enorme apenas em tamanho, mas também em sensibilidade. Ele vive numa gruta, cuja porta é uma estante apetrechada com livros. Quando este dragão amistoso e simpático desloca-se até à aldeia, para tentar fazer amigos e cativá-los lendo excertos de livros em voz alta, os habitantes assim que veem a sua sombra, aterrorizam-se e fogem para dentro das suas casas e locais de trabalho.
Um dia, no bosque, Franklin encontra uma menina com cabelo cor do fogo, que também nutre o mesmo gosto pela leitura. Luna não fica assustada com o dragão, porque nas histórias que lê, diz-lhe, muitas são as criaturas fantásticas que povoam as páginas dos seus livros. E assim nasce uma amizade improvável entre dois seres tão diferentes que partilham o mesmo amor pelos livros.
Será que Luna convencerá os aldeões de que Franklin é inofensivo? Será que um plano delineado por ambos para cativar aos aldeões o gosto pela leitura será bem sucedido?
Franklin e a Livraria Voadora é um livro onde as palavras de Jen Campbell e as imagens de Katie Harnett complementam-se harmonicamente, enaltecendo a mensagem de que os livros podem unir pessoas e torná-las seres melhores.
Sobre o aspecto técnico, neste álbum podemos encontrar ilustrações elaboradas com aguarelas e técnica mista, onde predominam tonalidades esverdeadas e alaranjadas. Franklin's Flying Bookshop (título original publicado em Outubro de 2017 pela editora inglesa Thames & Hudson) é o primeiro livro de uma série que terá como protagonistas o duo de bibliófilos Franklin e Luna. Em Setembro deste ano está prevista a publicação em Inglaterra do número dois da colecção: Franklin and Luna Go to the Moon. Vamos esperar que a Editora Fábula o traduza para português.

Novo livro de Judite Sousa: «Duas ou Três Coisas Sobre Mim»


O novo livro da jornalista Judite Sousa chega às livrarias a 27 de Abril, numa edição a cargo da Oficina do Livro. Duas ou Três Coisas Sobre Mim, composto por 30 crónicas, revela uma autora mais madura, uma mulher apaixonada pela sua profissão e pela vida.
Este livro é publicado sensivelmente um ano após Pensar. Sentir. Viver., obra que Judite Sousa - uma das mulheres mais influentes do país segundo o site Executiva.pt - escreveu em co-autoria com o Prof. Doutor Diogo Telles Correia.

Sinopse
Esta é uma viagem pelos bastidores de uma profissão que apaixona Judite Sousa há quase quarenta anos.
E é também uma viagem pela sua vida para lá do jornalismo.
Em Duas ou Três Coisas Sobre Mim, Judite de Sousa relembra os momentos mais marcantes da sua carreira, como as reportagens em cenários dramáticos pelo mundo fora, e revela um conjunto de situações pessoais que viveu ao longo de anos a fio de trabalho intenso.
Neste relato intimista e sem filtros, a jornalista fala de si própria, das figuras com quem se foi cruzando e das vivências que a transformaram na pessoa que é.
Um livro sobre a vida nos bons e nos maus momentos, nas dúvidas e nas certezas, assinado por uma das mulheres mais conhecidas de Portugal.

domingo, 15 de abril de 2018

Tudo sobre a EUROVISÃO, para conhecer em livro


A Editora A Esfera dos Livros publica na primeira semana de Maio o livro EUROVISÃO - Dos ABBA a Salvador Sobral, de Nuno Galopim.

Texto sinóptico
No dia 13 de maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival da Eurovisão. A frase «Portugal… 12 pontos», repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção Amar pelos Dois. Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram «Ganhámos!», o país festejou uma vitória inédita no maior espetáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964. Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países, e entre os cantores concorrentes havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi.
Em 1974, os Abba venceram com Waterloo, canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear J’aime la Vie. Dois anos depois, Celine Dion arrecadou o troféu em Dublin [com a música Ne partez pas sans moi] e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014.
A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as «avozinhas» russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: «A música não é fogo-de-artifício, é sentimento.» Pelo meio desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória coletiva.
Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Novidades da Editora Alma dos Livros

Eis quatros dos títulos mais recentes da Editora Alma dos Livros, com destaque para O Último Fôlego, do autor Robert Bryndza, livro que aterrou hoje nas livrarias. Este é o quarto livro deste autor bestseller que a editora publica, depois de A Rapariga no Gelo, A Sombra da Noite e Águas Profundas.
O Último Fôlego
de Robert Bryndza
Quando o corpo torturado de uma mulher, jovem e bonita, é encontrado num contentor do lixo, com os olhos inchados e as roupas ensopadas em sangue, a inspetora-chefe Erika Foster é dos primeiros detetives a chegar ao cenário do crime. O problema é que, desta vez, o caso não lhe pertence.
Enquanto luta para integrar a equipa de investigação, Erika envolve-se no processo e rapidamente encontra semelhanças com o assassínio não resolvido de outra mulher, quatro meses antes. Largadas ambas num contentor do lixo em parques de estacionamento diferentes, têm ferimentos idênticos - uma incisão fatal na artéria femoral da coxa esquerda... E, entretanto, é localizada uma terceira vítima em circunstâncias idênticas.
Perseguindo as vítimas online, apresentando-se com identidades falsas, o assassino ataca mulheres jovens e bonitas de cabelo castanho comprido e desaparece misteriosamente, sem deixar qualquer pista. Como irá Erika apanhar um assassino que parece não existir?
Enquanto decorre a investigação, outra rapariga é raptada quando esperava por um encontro. Erika e a sua equipa têm de a localizar, para não depararem com mais uma vítima mortal, e enfrentar um indivíduo terrivelmente sádico e perigoso.

Alucinante, tenso e impossível de parar de o ler, O Último Fôlego mantém o leitor preso logo na primeira página, enquanto o livro se encaminha vertiginosamente para um final surpreendente.

«Robert Brindza nunca deixa de surpreender. Quando nos convencemos de que não consegue melhorar, ele escreve outro livro fantástico.» The Book Review Café


A Mulher do Oficial Nazi
de Edith Hahn Beer (com Susan Dworki)
Aqueles que não testemunharam do Holocausto, às vezes, têm dificuldade em perceber o quão profundamente isso afetou a vida na Europa durante os decénios de 30 e 40 do século XX. À medida que a Alemanha nazi estendia os tentáculos a todo o continente, populações inteiras foram despojadas, deslocadas e destruídas.
Edith Hahn Beer levava uma vida normal em Viena, no seio de uma família judia. Fora uma adolescente popular e tornara-se uma estudante de Direito extremamente bem-sucedida. Estava envolvida nos grandes debates políticos da época. Estava apaixonada. O seu futuro desenrolava-se à sua frente como uma passadeira vermelha. E, de repente, tudo terminou. Quando Hitler invadiu a Áustria em 1938, Edith ficou sem futuro.
No coração da Alemanha nazi, escondendo a sua identidade em casa e no trabalho, Edith viveu com o medo constante de ser descoberta. Foi ali que conheceu Werner - destacado membro do Partido Nazi -, que se apaixonou por ela e a pediu em casamento, mantendo a sua identidade em segredo. A filha de ambos viria a ser considerada a única judia a nascer num hospital do Reich em 1944.
Alguns anos depois, a Alemanha foi derrotada e Edith continuava viva. Sobreviveu quando milhões de judeus foram exterminados. Este livro conta a história de como esta mulher conseguiu manter o seu disfarce e de como, graças a uma sorte aleatória e à intervenção de algumas pessoas boas, foi diversas vezes resgatada da morte.

A Mulher do Oficial Nazi podia ser outro livro sobre o Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, o que já seria notável. Mas é, além disso, um relato verdadeiro, dramático e emocionante de uma mulher extraordinária que sobreviveu ao maior genocídio da história da Humanidade, sem pretender ser corajosa, famosa ou lembrada. Ela apenas quis sobreviver.

«Um dos melhores testemunhos sobre o Holocausto.» Library journal
Conhece outros livros com a mesma temática - Holocausto: clica aqui.


Portugal - A Primeira Nação Templária
de Freddy Silva

A história convencional afirma que, em 1118, nove homens formaram uma irmandade em Jerusalém chamada cavaleiros templários para dar proteção aos peregrinos que viajavam para a Terra Santa. Ao contrário, este livro demonstra que a Ordem do Templo existia uma década antes no canto oposto da Europa, no seu território mais a ocidente.
Revela que a proteção dos peregrinos em Jerusalém foi confiada a uma organização distinta e que, em conluio com os monges cistercienses e a misteriosa Ordem de Sião, os templários levaram a cabo um dos planos mais ousados e secretos da história: a criação do primeiro Estado-Nação independente da Europa, Portugal, com um dos seus como rei. Com centenas de referências novas e de fontes raras, este livro revela que foi Portugal, e não Jerusalém, a primeira fortaleza dos templários. Explica ainda a motivação dos templários para criarem um novo país longe do alcance de Roma, onde pudessem cumprir a sua mais importante missão — um segredo que os templários protegeram até à morte e que custou a vida a milhares deles.

Melhore a sua Visão Através de Métodos Naturais
de Meir Schneider
Descubra o método natural para uma visão saudável que está a ajudar milhares de pessoas em todo o mundo e consiga uma visão perfeita, para toda a vida! Nascido cego e filho de pais surdos, em criança, o Dr. Schneider foi sujeito a uma série de operações dolorosas e ficou com o cristalino dos olhos coberto em noventa e nove por cento do tecido cicatricial, tendo sido declarado incuravelmente cego. Aos dezassete anos, descobriu como melhorar sua visão - passando de menos de um por cento para cinquenta e cinco por cento da visão normal - com os exercícios oculares apresentados neste livro.
Hoje, o Dr. Meir Schneider conduz, lê e beneficia de uma visão natural completa. Ele e os seus clientes provam como a visão pode melhorar com o exercício e as técnicas adequadas. As suas contribuições para o domínio da cura visual são reconhecidas por profissionais de saúde e médicos em todo o mundo.

Em Melhore a sua Visão através de Métodos Naturais, o Dr. Schneider partilha quarenta anos de descobertas feitas durante a sua jornada pessoal e profissional. A abordagem pioneira de Meir Schneider ajudou milhares de pessoas a tratar com sucesso uma série de problemas oculares, incluindo miopia, hipermetropia, astigmatismo, estrabismo, visão dupla, glaucoma, cataratas, degeneração macular, descolamento da retina, retinite pigmentosa e nistagmo, entre outros.

Outro livro que pode interessar: Ioga para Corrigir a Visão, de Kazuhiro Nakagawa

segunda-feira, 9 de abril de 2018

A ementa literária para os dias 16, 17 e 18 de Abril

Estão guardados para o início da terceira semana deste mês, para os leitores que gostam de romances, três livros com sinopses que prometem captar horas de leitura. A 16 de Abril, a Topseller publica o tríler Pequenos Segredos, de Anna Snoekstr. No dia seguinte, pela Alfaguara chega às livrarias Tu Não És Como as Outras Mães, de Angelika Schrobsdorff. No dia 18, é a vez de A Carruagem dos Orfãos, de Pam Jenof, dar entrada nas livrarias, com o selo da Editorial Presença. 
As respectivas sinopses em seguida.
Uma cidade a recuperar de uma tragédia.
Um pirómano anda à solta em Colmstock, na Austrália. Incendiou o tribunal da cidade, e um rapaz que ficara encurralado no interior do edifício morreu.
Uma jovem aspirante a jornalista à procura de um furo. Rose Blakey sempre sonhou em ser jornalista, mas todas as candidaturas que envia para os meios de comunicação social são rejeitadas. Tudo o que precisa é de uma história que a faça dar o grande passo da sua vida, e essa história finalmente aparece. Pequenas bonecas de porcelana cheias de segredos. Algumas semanas após o incêndio no tribunal, começam a aparecer à porta de certas casas bonecas com rostos idênticos aos das crianças que aí vivem.
A população fica aterrorizada, pois suspeita-se de que um pedófilo possa estar envolvido, e a polícia desvia a sua atenção do incendiário para este caso. Rose começa a escrever artigos sobre o tema, que são publicados num jornal, ganhando uma dimensão cada vez maior à medida que vão sendo divulgadas mensagens do pedófilo. Mas numa cidade em que toda a gente guarda pequenos segredos, a verdade torna-se difícil de encontrar.

Críticas de imprensa
«Um romance obrigatório para os fãs de policiais.» Bookpage

«Um thriller sombrio e misterioso, com personagens complexas e perturbadas, que não conseguirá parar de ler.» RT Book Reviews

Enquanto jovem mulher, Else, uma menina mimada da burguesia de Berlim, fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse.
Tu Não És Como as Outras Mães é a história real dessa vida intensa, extravagante, inconformista que foi a de Else Kirschner, uma mulher verdadeiramente livre, e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim, Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa.
Corriam os loucos anos vinte, dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo, um tempo irrepetível de cultura, esplendor e liberdade. Else vivia no centro dessa boémia, incapaz de suspeitar que uma ameaça arrepiante cercava inexoravelmente a sua família. Quando as sombras do Nacional Socialismo tingiram a Europa de negro, Else, judia, teve de fugir com a família da cidade que tanto amava. No exílio, na Bulgária, tudo é miserável, tudo é muito pouco quando comparado com a primeira vida. Nessa segunda vida, Else arrepender-se-á de não ter protegido a família da calamidade, que se revela trágica para alguns.
Esta é a história de uma vida maior que a vida, um retalho de História extraordinário. Quem nos conta a história é Angelika Schrobsdorff, importante escritora de origem alemã. Era filha de Else e demorou quinze anos a pôr no papel a história da mãe, sem sentimentalismo mas com o amor e a admiração inevitáveis, criando um pedaço de grande literatura, um clássico do nosso tempo.

Críticas de imprensa
«As observações sinceras e inteligentes de Schrobsdorff criam um retrato compassivo, mas nada sentimentalista, de uma mãe que, trágica e gloriosamente, não era como as outras mães.» Publishers Weekly

«Um soberbo romance expressionista, que parece clássico mas não é. Tal como não o são as partituras de Mozart.» La Vanguardia

«Um documento comovente sobre a Berlim de entre guerras que merece o enorme êxito que teve.» Le Nouvel Observateur

«A literatura alemã tem na escritora Angelika Schrobsdorff uma das suas mais brilhantes representantes, possivelmente a mais interessante de todos neste momento, sobretudo pelo carácter extremamente pessoal dos seus livros, em especial este Tu não és como as outras mães.» La Provincia
Um romance poderoso sobre a amizade, tendo como pano de fundo um circo durante a Segunda Guerra Mundial. Duas mulheres extraordinárias e as suas histórias angustiantes, de sacrifício e sobrevivência. 
Noa, de 16 anos, fica grávida de um soldado do exército nazi e é forçada a desistir do seu bebé recém-nascido. Vive no piso superior de uma pequena estação ferroviária, a troco de limpezas... Quando descobre dezenas de crianças judias amontoadas num vagão cujo destino é um campo de concentração, ela não consegue deixar de pensar no filho que lhe foi retirado.
E, num momento que mudará a sua vida para sempre, agarra numa das crianças e foge com ela pela noite fora sob um forte nevão. Acaba por encontrar refúgio num circo alemão, mas vai ter de aprender números de trapézio para poder passar despercebida, não obstante o azedume de Astrid, a trapezista principal. a princípio rivais, Noa e Astrid em breve criam poderosos laços de afecto entre si.
Mas como a fachada que as protege se torna cada vez mais ténue, elas têm de decidir se a amizade entre ambas é suficiente para se salvarem uma à outra - ou se os segredos que guardam deitarão tudo por terra.

Críticas de imprensa
«O primeiro capítulo mais fascinante que alguma vez li. Com talento e emoção, Pam Jenoff guia -nos através de uma narrativa convincente sobre a amizade e a coragem durante a Segunda Guerra Mundial.» Charles Belfoure, autor de O Arquiteto de Paris

«Uma história comovente e de grande intensidade sobre a vida e o amor, o heroísmo e o sacrifício em tempo de guerra.» My Weekly

«Um tributo ao espírito humano e à sua capacidade de se erguer do mais profundo desespero.» NPR

«A Magia do Silêncio», de Kankyo Tannier

Editora: Arena
Data de publicação: 06/02/2018
N.º de páginas: 152

Um ensaio sobre o poder do silêncio, da autoria de uma monja budista francesa, é o que podemos encontrar nas páginas do livro A Magia do Silêncio, recentemente publicado pela Editora Arena. Dividido em três partes — ‘O que é o silêncio?’, ‘De tudo fazer silêncio’ e ‘A prática do silêncio’ — e sete capítulos com tópicos e subtópicos, Kankyo Tannier propõe-nos analisar, reflectir e reconsiderar o significado da palavra silêncio — que apareceu na língua portuguesa em finais do século XII e que descende do latim silentium.
Na introdução, a autora, que é também hipnoterapeuta e professora de canto, adverte o leitor: «Ao abrir este livro, está por sua conta e risco. Esperam-no mudanças profundas.»
Através de uma linguagem informal, pontuada pelo humor, Tannier apresenta as lições mais relevantes que aprendeu sobre o silêncio, ao longo dos quinze anos em que viveu num mosteiro na Alsácia. Ela diz-nos, por exemplo: como podemos usar o silêncio a nosso favor, no trabalho, na família e noutros contextos; como apaziguar a mente silenciando o nossa “voz interior”; quais as vantagens de fazer as refeições em silêncio. Kankyo Tannier dedica também um capítulo sobre a relacção entre os olhos e o silêncio, revelando alguns exercícios práticos, alguns deles baseados na PNL (Programação NeuroLinguística).
Num mundo cada vez mais ruidoso, o valor do silêncio tem de ser redescoberto. É esta a premissa de A Magia do Silêncio (tradução de Patrícia Xavier a partir de Ma Cure de Silence), um livro que realça que o silêncio nada tem que ver com a ausência de ruído. Basta estarmos informados e atentos aos sinais, às sincronias que todos emanamos, inconscientemente, uns para os outros.
Este não é um livro com conteúdo novo sobre o tema, é apenas uma visão muito pessoal de uma pessoa que passou muitas horas na companhia do silêncio, e passou por escrito essa experiência.

Excertos
«Porque é esse o nosso objectivo: reaprender a escutar. Escutar o silêncio, o espaço entre as palavras, a calma na tempestade e a passagem do tempo.» (p. 25)

«(...) é nos gestos do quotidiano que aprendemos a conhecer o outro. Mais do que através das palavras, conhecemo-lo através do seu comportamento e das suas atitudes.» (p. 57)

«Após algumas horas de silêncio, o nosso espírito torna-se muito mais receptivo às novidades, às mudanças de pontos de vista.» (p. 122)

domingo, 8 de abril de 2018

Novidade Psicologia/Psiquiatria: «A Vida é um Sopro», de Coimbra de Matos e Miguel Mealha Estrada

A Editora Oficina do Livro prepara-se para publicar A Vida é um Sopro, obra escrita pelas mãos de dois reconhecidos profissionais da saúde mental: o psiquiatra, pedopsiquiatra e psicanalista António Coimbra de Matos, e Miguel Mealha Estrada, psicanalista e psicoterapeuta da infância e da adolescência.
Texto sinóptico
Miguel Mealha Estrada trabalhava num projeto de saúde mental em escolas do norte de Londres quando conheceu Lisa e Peter: uma mãe depressiva, com duas tentativas de suicídio, e o filho à mercê das circunstâncias. A história, ficou-lhe na memória e marcou-o profundamente. Neste livro, recorda este momento da sua vida para nos ensinar a valor da esperança, a importância da compreensão e o poder do amor.
Alguns anos mais tarde, senta-se com António Coimbra de Matos, seu mestre na psicanálise, refazendo novamente o seu caminho com Lisa e Peter. Dois psicanalistas de duas gerações distantes falam sobre saúde mental, depressão, suicídio, família e amigos, escola e trabalho, sociedade e serviços de saúde mental. E de tudo o que já foi feito e do tanto que ainda há (haverá) sempre por fazer.
Outra novidade editorial do Grupo LeYa: Do Telemóvel para o Mundo, de Daniel Sampaio.

sábado, 7 de abril de 2018

Passatempo: «Lisboa, a Tua e a Minha», de Rosa Cullell Muniesa e Javier Martín del Barrio

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Novas edições de livros de dois laureados com o Nobel de Literatura

Chegam este mês aos escaparates livreiros uma nova edição de O Lobo das Estepes, da autoria do alemão Hermann Hesse, uma obra publicada pela LeYa pertencente à colecção Livros RTP.

Pela Dom Quixote, a obra-prima de Pearl S. Buck, ganha também nova edição. Segundo o The Times, em A Mãe, livro datado de 1933, «Pearl S. Buck penetrou no pensamento, no coração e no espírito das camponesas chinesas, revelando os valores eternos da vida.» 

Originalmente publicado em 1929, O Lobo das Estepes continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna.
Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade.
O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros - alternadamente românticos, bizarros e selvagens - o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude.
Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meio-humano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.


Nesta obra, Pearl S. Buck descreve de um modo quase pictórico a vida simples e rude do povo Chinês, numa época que é pouco conhecida. A narrativa vívida e pormenorizada permite que o leitor capte toda a simplicidade e intensidade dos tempos descritos em A Mãe.
Ao penetrar no espírito da camponesa, Pearl S. Buck dá a conhecer os sentimentos mais profundos da mente e do coração de uma mulher e de uma mãe. Fá-lo de uma maneira comovente, enérgica e mesmo violenta. A personagem, sem qualquer dúvida estoica, assume uma grandeza excecional pela forma como encara e ultrapassa os obstáculos que a vida lhe coloca. Uma vida longa, árdua e solitária. 

Livro escrito a quatro mãos, «Lisboa, a Tua e a Minha», é uma homenagem à capital

A Editora Objectiva publicou no passado dia 20 de Março o livro Lisboa, a Tua e a Minha, da autoria do casal Rosa Cullell Muniesa, administradora delegada em Portugal da Media Capital, e Javier Martín del Barrio, correspondente do El Pais em Lisboa.

Texto sinóptico
Lisboa, a Tua e a Minha é o resultado da nossa vida nesta cidade, a ociosa e a profissional.
Tudo o que afirmamos e negamos é fruto da nossa experiência pessoal, das nossas folias e fobias, e, como se poderá comprovar, das contradições dos próprios autores.
Que o viajante não espere encontrar aqui a melhor explicação do Mosteiro dos Jerónimos ou onde apanhar o 28. Talvez não encontre aqui referência a monumentos que enchem — justificadamente — páginas e páginas de guias turísticos, apenas porque o nosso objectivo não passa por aí. Estes doze relatos lisboetas, íntimos, irónicos, à vez apaixonados e despeitados, respondem pelo nosso amor pela cidade, pelos vizinhos e, sobretudo, por um certo dever moral de gratidão a todos os amigos que aqui encontrámos, desde a família Forjaz, que nos abriu a porta da sua casa logo no primeiro dia e não mais no-la fechou, ao professor Marcelo, que entretanto se tornou Presidente da República. Acreditamos piamente no que aqui escrevemos, ainda que nem tudo possa ser rigorosamente certo. São coisas da paixão, da nossa paixão por Lisboa.

«Este livro fornece um mapa de Lisboa. Mas eu li-o, sobretudo, como um caderno de memórias, um registo híbrido entre o diário, confessional, feito dentro, e um guia, exterior, canónico, onde cada pessoa se pode rever, com percursos, descobertas, situações que cada pessoa pode replicar.» Anabela Mota Ribeiro

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Novo livro de Daniel Sampaio aborda as dependências da era virtual

Em finais de 2016, o psiquiatra e autor Daniel Sampaio coordenou, em conjunto com a psicóloga Ivone Sampaio, o livro Dependências Online – O Poder das Tecnologias (Editora Pactor).

Outra obra do conceituado autor, com a mesma temática, Do Telemóvel para o Mundo - Pais e Adolescentes no tempo da internet, será publicada pela Editorial Caminho na próxima semana. Neste novo livro, numa linguagem coloquial mas rigorosa, Daniel Sampaio aborda a mais atual problemática com que se confrontam os adolescentes, pais e educadores de hoje: a relação dos jovens com a internet e as redes sociais.
Está também abordado neste livro a relação dos adolescentes e dos educadores com a sexualidade as drogas e o álcool, relatando em cada deles casos clínicos específicos.
Outra novidade editorial do Grupo LeYa: A Vida é um Sopro, de António Coimbra de Matos e Miguel Mealha Estrada.

Papa Francisco prefacia o novo livro de José Tolentino Mendonça

O livro Elogio da Sede colige o texto das meditações que acompanharam os exercícios espirituais do Papa Francisco e da Cúria Romana durante a Quaresma. Esses momentos de reflexão profunda sobre a vida e o mundo, o presente e o futuro, este ano foram dirigidos, por escolha do Papa, pela primeira vez por um português: o poeta, sacerdote e professor José Tolentino Mendonça.
Elogio da Sede (176 pp. | Quetzal Editores) é publicado a 13 de Abril.
«Falar da sede é falar da existência real e não da ficção de si a que tantas vezes nos acomodamos. É iluminar uma experiência, mais do que um conceito. É deixar expressar-se o corpo que somos, na sua leveza e no seu peso, na sua unidade e nos impasses que o dividem, no entusiasmo e na frustração, na fadiga e no júbilo de ser.»

Outro livro do autor madeirense, publicado anteriormente pela Quetzal: O Pequeno Caminho das Grandes Perguntas (Set. 2017).

A partir de hoje nas livrarias: «Este Foi Um Homem», de Jeffrey Archer

Chega hoje às livrarias o sétimo e último volume da saga dos Clifton: Este Foi Um Homem, do autor bestseller Jeffrey Archer, que tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Esta obra foi traduzida para português por Fernanda Oliveira.

Texto sinóptico
Em Whitehall, o secretário do Gabinete dá a conhecer a Giles Barrington a verdade sobre a sua esposa Karin. Será uma espia ou um peão de um jogo maior? Entretanto, Harry Clifton propõe-se escrever o seu magnum opus, enquanto Emma, que completa dez anos como presidente do Royal Infirmary de Bristol, recebe uma chamada inesperada de Margaret Thatcher a convidá-la para um cargo ministerial.
Sebastian Clifton torna-se presidente do banco Farthings Kaufman, mas apenas depois de Hakim Bishara se demitir por motivos pessoais. Jessica, a talentosa filha de Sebastian e Samantha, é expulsa da Escola de Belas Artes, mas a tia Grace vem em seu auxílio. Lady Virginia está prestes a fugir do país para evitar os credores quando a duquesa de Hertford morre e surge uma nova oportunidade para ultrapassar os seus problemas.